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ABRAMAT deve reduzir previsão de crescimento para até 3,5%

São Paulo - A Abramat deve reduzir sua projeção de crescimento do faturamento do setor de materiais de construção em 2014 para algo entre 2,5 e 3,5 por cento, após os dados do primeiro trimestre ficarem abaixo das expectativas, afirmou nesta terça-feira o presidente da associação que representa o segmento, Walter Cover.

A estimativa atual da Abramat é alta de 4,5 por cento até o final do ano. Mas entre janeiro e março, o faturamento do sector subiu 0,9 por cento em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

Segundo o executivo, após os resultados de abril a Abramat vai definir sua nova meta de crescimento para este ano. A associação costuma divulgar os dados mensais perto do dia 20.

"O setor de infraestrutura foi o que trouxe até agora a maior frustração", afirmou Cover, em entrevista no chat do Trading Brazil da Thomson Reuters.

Ele citou problemas já conhecidos como licenças ambientais e projetos mal feitos, bem como a desaceleração de política de governo voltadas para o segmento, entre elas o programa Minha Casa Minha Vida.

Mas o varejo também mostrou um desempenho abaixo do que a Abramat esperava, influenciado, conforme Cover, pela percepção das famílias em relação à inflação, além dos fatores renda, emprego e crédito, que desaceleraram.

"Existe a percepção de que a inflação vai aumentar", disse.

O presidente da Abramat disse que só espera uma melhoria do cenário após a Copa do Mundo no Brasil, em junho, "na medida em que alguns indicadores, como a inflação, melhorem a percepção dos empresários e das famílias".

Em relação à Copa, o executivo afirmou que havia muita expectativa com relação às obras no entorno dos estádios, o que, segundo ele, não será cumprido. Mas Cover não se mostrou tão pessimista.

"No período dos jogos teremos uma perda até cinco dias úteis de vendas. Mas precisamos considerar que metade das famílias não está envolvida com a Copa. Outras famílias estão acelerando reformas nestes últimos meses para que sejam concluídas antes do início da Copa. Ou seja, o efeito Copa não será tão negativo quanto o que é divulgado", disse.

 

Fonte:http://exame.abril.com.br

Expectativa é que vendas cresçam 4,5% este ano frente a 2013. Nível de emprego cresceu cerca de 8% no primeiro mês do ano.

As vendas de materiais de construção cresceram 1,5% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2013, informou nesta terça-feira (25) a Abramat, associação que representa o setor. Já na comparação com dezembro, houve crescimento de 9,2%, enquanto no acumulado de 12 meses as vendas subiram 2,7%.

A expectativa da Abramat é de que o setor encerre 2014 com vendas 4,5% maiores que o resultado do ano passado.

Em janeiro, as vendas de materiais de acabamento subiram 3,9% sobre janeiro do ano passado, mas recuaram 1,1% sobre dezembro. Os materiais básicos tiveram leve alta, de 0,2%, na comparação anual, mas cresceram 15,5% sobre o resultado de dezembro.

Nível de emprego
O nível de emprego na indústria de materiais de construção, cresceu cerca de 8% no primeiro mês do ano em relação a janeiro do ano passado. Na comparação com dezembro, o avanço foi de 7,7%.

Entre as empresas de materiais básicos, o nível de emprego subiu 10,6% sobre janeiro de 2013, e subiu 12,6% sobre o mês anterior.

Nos materiais de acabamento, o indicador subiu 4,3% na comparação anual, e teve leve alta de 0,2% sobre dezembro.

 

 

Fonte:G1.com

IPCA sobe 0,24% em agosto, mas reduz ritmo de alta em 12 meses

Em meio à disparada do dólar e de possíveis pressões inflacionárias que isso possa causar, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) voltou a acelerar e registrou alta de 0,24% em agosto, após apresentar variação de apenas 0,03% em julho – a mais baixa taxa naquela ocasião desde julho de 2010. Em junho, o índice havia sido de 0,26%.

Com o resultado de agosto, a inflação acumula alta de 3,43% no ano. Nos últimos 12 meses, a taxa ficou em 6,09%, abaixo do teto da meta da equipe econômica do governo --de 6,5% neste ano. Até junho, o índice havia superado o limite superior da marca fixada para 2012 (6,70%), mas, diante da quase estabilidade da inflação em julho, recuou para 6,27%.

Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações na passagem de julho para agosto: alimentação e bebidas (0,01%), habitação (0,57%), artigos de residência (0,89%), vestuário (0,08%), transportes (-0,06%), saúde e cuidados pessoais (0,45%), despesas pessoais (0,39%), educação (0,67%) e comunicação (0,02%).

A aceleração foi puxada especialmente pelo grupo habitação, que representou 33% da formação da taxa, segundo o IBGE. Outro grupo que ajudou a pressionar o IPCA entre julho e agosto foi saúde e cuidados pessoais, que saiu de alta de 0,34% para avanço de 0,45%.

IGP-DI

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu para 0,46% em agosto, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em julho, o indicador subiu 0,14% e, em agosto de 2012, avançou 1,29%. Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,46% no ano e de 3,98% em 12 meses.

No atacado, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) – com peso de 60% nos IGPs - subiu 0,58% em agosto, depois de ter subido 0,20% no mês anterior. O IPA de produtos agropecuários registrou inflação de 0,36%%, ante deflação de 0,27% em julho. O IPA de produtos industriais avançou para 0,67%, ante alta de 0,37% em julho.

Fonte: Valor Online
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