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CE acumula 2ª maior alta no volume de vendas

 
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A venda de materiais para construção foi responsável pela terceira maior elevação entre os segmentos do varejo ampliado cearense
Fortaleza/Rio. Os cinco primeiros meses do ano foram vantajosos para o comércio varejista cearense, pelo que apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada ontem. Conforme os dados apresentados, o varejo ampliado do Estado - aquele que também contabiliza as informações do comércio de veículos e material de construção - possui um acúmulo de 7% nos cinco primeiros meses deste ano, ante o mesmo período de 2013, e, assim, é o segundo em volume de vendas em todo o Brasil.

Nesta variação, a maior média é de Alagoas (7,7%), enquanto a terceira pertence ao Rio Grande do Sul (5,7%).

A véspera da Copa do Mundo também parece ter sido bem proveitosa para o setor aqui no Ceará. As informações da Pesquisa Mensal do Comércio identificaram ainda uma alta de 8,4% em maio de 2014 ante o mesmo mês do ano passado - a sexta maior variação do País no período, entre as 27 localidades investigadas pelo IBGE.

Setores em alta

Entre os segmentos responsáveis pelo desempenho do comércio cearense entre janeiro e maio deste ano destacam-se os volumes vendidos nos artigos de uso pessoal e doméstico (21,2%), os equipamentos e materiais para escritório (19,8%), os materiais de construção (18,3%) e os móveis e eletrodomésticos (11,9%). Com apenas um dígito de variação - mas positiva - estiveram ainda os volumes vendidos para combustíveis e lubrificantes (9%); para tecido, vestuário e calçados (7,5%); nos supermercados (5,9%) e também para veículos (4%).

Registrando diminuição no volume de vendas no Estado foram apenas livros (-5,7%) e artigos farmacêuticos (-2,9%).

Receita cresce no País

O comércio varejista do país registrou crescimento de 0,5% no volume de vendas e 1% da receita nominal no mês de maio em relação a abril, na série livre de influências sazonais. Em comparação com maio do ano passado, no entanto, o crescimento é ainda mais expressivo, o volume de vendas cresceu 4,8% e a receita nominal 11,4%.

Os dados indicam que com o resultado de maio, o volume de vendas fechou os primeiros cinco meses do ano com crescimento acumulado de 5%, enquanto as vendas nominais em 11,2%. Já o comércio varejista ampliado voltou a registrar em maio de 2014, variação negativa para o volume de vendas (-0,3%) e crescimento para a receita nominal (0,4%) ambas as taxas em relação a abril, com ajuste sazonal.

Em maio, oito das dez atividades que integram a PMC registraram variações positivas para o volume de vendas, na série com ajuste. Os principais destaques foram para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (alta de 2,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 2,4%); livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%); e móveis e eletrodomésticos (1,8%).

 

Vendas de material de construção crescem 5% em maio

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Aumento de vendas foi registrado em lojas de todos os portes, mas Anamaco deve rever para baixo expectativa de crescimento para 2014

As vendas do varejo de material de construção cresceram 5% em maio, com relação a abril. O resultado foi 2% menor do que o desempenho registrado pelo setor em maio de 2013. A informação é do estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Universidade Anamaco, divulgado nesta quarta-feira, 04 de junho. O levantamento ouviu 530 lojistas das cinco regiões do país entre os dias 27 e 30 de maio e a margem de erro é de 4,3 pontos percentuais.

Segundo o estudo, o aumento de vendas foi registrado em lojas de todos os portes, tendo sido um pouco maior nas pequenas e médias. No acumulado do ano, o setor está com um desempenho 5% abaixo do mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o índice é 7% menor.

“Com os resultados apresentados em maio, estamos revendo nossas estimativas para o ano, pois dificilmente conseguiremos alcançar um patamar de crescimento de 7,2% sobre o ano passado, quando registramos um aumento de vendas 4,4% superior  a 2012 e um faturamento recorde de  R$ 57,42 bilhões”, explica o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.

No levantamento por regiões, o destaque ficou com o Centro Oeste, onde 48% das lojas tiveram aumento de vendas. Em seguida vieram as regiões Norte (33%), Nordeste (28%) Sul (24%) e Sudeste (19%).

“Os segmentos que apresentaram aumento de vendas mais significativo foram: aço (6%), revestimentos cerâmicos e metais sanitários (4% cada) e louças sanitárias (3%).  Por outro lado, portas e janelas de alumínio tiveram retração de 3%”, completa Conz.

Os lojistas ouvidos pela pesquisa esperam queda de vendas para o mês de junho. “Por conta do tanto de feriados e dos eventos relacionados à Copa do Mundo, há uma preocupação das lojas com relação ao desempenho de vendas, com exceção da região Norte. A perspectiva do setor é a de que as vendas fiquem muito próximas das obtidas no mês de janeiro, que é, para nós, o pior mês do ano. Em 2014, por exemplo, tivemos retração de 7,7% no primeiro mês do ano”, explica o presidente da Anamaco.

Essa apreensão do setor também influencia a intenção de realizar novas contratações. Apenas 17% dos entrevistados têm a intenção de contratar novos funcionários no próximo mês. Já o índice de otimismo com relação às ações do Governo em geral, manteve o patamar de abril, com 44% dos entrevistados se declarando pessimistas. 

“Cerca de 49% dos lojistas que participaram do estudo têm planos de novos investimentos nos próximos 12 meses, o que representa um crescimento de 2% com relação a abril e é um dado positivo, pois demonstra que, apesar de estarem apreensivos com o desempenho que vêm tendo desde o início do ano, os lojistas têm previsões de dias melhores, o que é muito importante, principalmente em um ano como o que estamos tendo em 2014”, finaliza Conz

 

Construção civil cresce devido às obras estruturantes

O crescimento da construção civil, em todo o País, tem sido bastante considerável nos últimos anos e representa cerca de 8% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Também é um dos setores que tem gerado milhares de empregos, além de melhoria no nível salarial de operários, técnicos e possuidores de curso superior, como arquitetos e engenheiros. E isto movimenta a economia como um todo, pois para realizar uma construção, especialmente de grande porte como pontes, viadutos, metrôs, barragens, portos, aeroportos, shopping centers, hotéis e edifícios residenciais, são necessários inúmeros insumos como areia, brita, cal, cimento, vergalhões de aço, materiais elétrico e hidráulico, revestimentos, pisos, dentre outros. E o setor de transportes também é fortemente impactado, pois todo este material precisa ser levado de suas unidades fabris, até os locais dessas construções.

As diversas obras que estão em andamento, especialmente para a Copa do Mundo Fifa; as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro; a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), e o programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), além de outras obras estruturantes, são os principais indutores deste desenvolvimento do setor. Estima-se que até 2018 deverão ser iniciados, estar em andamento ou concluídos projeto com valor estimado de R$ 1,19 trilhão, pelo País afora, segundo a pesquisa Principais Investimentos em Infraestrutura no Brasil, publicada pela Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema).

 

Fonte: http://www.oestadoce.com.br

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